- Início dos anos 50. O Governo do Estado decide intervir para solucionar o problema da inflação alta que corrói as tarifas, logo após a 2ª Guerra Mundial, desestimulando investimentos por parte das concessionárias. É lançado um programa de eletrificação.
- Começa a construção da usina Rio Bonito. Assim é criada uma empresa que anos depois irá dar origem à EDP Escelsa.
- Essa empresa se lança na construção de linhas de transmissão e de subestações, além de assumir a responsabilidade de distribuir energia em vários municípios do Estado.
- Em 1965, o Grupo AMFORP é encampado pelo governo federal, ficando a Companhia Central Brasileira de Força Elétrica sob o controle da Eletrobrás.
- Os entendimentos dos governos federal e estadual acabam por ajustar a fusão da Companhia Central Brasileira com a empresa de energia criada na década de 50, formando uma nova empresa, que adota o nome EDP Escelsa, mas tem 95% de suas ações de posse da Eletrobrás.
- O surto de crescimento econômico no Espírito Santo faz saltar o consumo anual de energia elétrica da casa dos 169 mil MWh em 1968, para 2,6 milhões de MWh em 1980, representando um crescimento de 1.463% em 12 anos.
- Para racionalizar o consumo com iluminação pública, a EDP Escelsa assina convênios com prefeituras para a substituição de 12 mil lâmpadas incandescentes de 150 W por outras de vapor de mercúrio de 80 W e de vapor de sódio de 50 W. A economia anual passa a ser de 3.000 MWh.
- A EDP Escelsa desenvolve e monta a Feira da Energia no Lar e no Campo, para demonstrar, na prática, o uso correto dos eletrodomésticos e de equipamentos rurais.
- Esgotamento do modelo estatal devido à crise econômica (falta de recursos e infra-estrutura).
- Em 1992, ocorre o processo de desestatização, que inclui a EDP Escelsa.
- Em 1995, a EDP Escelsa é privatizada.
- Após a privatização, a EDP Escelsa adota uma política de investimentos maciços em tecnologia de ponta e na melhoria do sistema elétrico, levando à melhoria dos seus Indicadores Técnicos de Qualidade.
- Em 1999, a EDP Eletricidade de Portugal S.A. adquire 73,12% do capital acionário da Iven S.A., uma das controladoras da EDP Escelsa.
- A partir de 2005, os clientes de todas as categorias de consumo ficam livres para escolher o fornecedor de energia elétrica que lhe convier, por preço ou por qualidade do serviço e do atendimento.
- A atuação da EDP Escelsa, nesse sentido, se faz nas seguintes vertentes:
Clientes: a EDP Escelsa oferece serviços e produtos constantemente atualizados. Os investimentos realizados em geração de energia elétrica, construção e melhorias de subestação, ampliação e melhoramentos nas redes de distribuição e no atendimento convergem, também, para a busca da satisfação do cliente.
Acionistas: a distribuidora procura trabalhar com lucratividade e produtividade crescentes, de forma a gerar recursos e oportunidades de negócio.
Sociedade: a empresa busca contribuir para o desenvolvimento da sociedade através do apoio a projetos sociais, da geração de renda e da criação de empregos, além de pagar seus tributos em dia e respeitar o meio ambiente.